Plus Que Ma Prope Vie – Capítulo 51

15 11 2010

Ilha Deserta

Bella’s POV

 

Eu pertencia oficialmente ao Edward. E isso não poderia ser mais perfeito.

A festa de casamento corria como o esperado e o jardim da cada dos Cullen estava lotado. Amigos da universidade, colegas da advocacia que eu trabalhava e do fórum – onde Edward começou a trabalhar –, compunham os convidados, assim como parentes e amigos de toda a família – vampiros e híbridos. E para minha surpresa, Angela e Ben – os únicos amigos do colegial que chamei – estavam também presentes. Os demais humanos que Alice convidou eram um mistério para mim.

 

Flightless Bird, American Mouth – Iron & Wane

 

_Você está absolutamente deslumbrante essa noite, Sra. Cullen – eu ri, enquanto Edward me rodopiava no salão improvisado.

_Devo dizer o mesmo, senhor – sorri, aconchegando-me em seu peito quente.

Ficamos em silêncio, enquanto dançávamos ao som da mesma música que nos moveu no baile do colegial. Era como um déjà vu. A diferença era que dessa vez eu não me movimentava sobre os pés de Edward… Ele apenas me conduzia.

 

I was a quick wet boy / Eu era um garoto rápido e molhado
Diving too deep for coins /
Mergulhando fundo por moedas
All of your straight blind eyes /
Diretamente nos seus olhos cegos
Wide on my plastic toys… /
Arregalados nos meus brinquedos de plástico…

 

_Está cansada, meu amor? – sussurrou em meu ouvido ao notar um suspiro cansado meu.

_Não muito – escondi meu rosto em seu pescoço, levando minha mão esquerda para sua nuca, sem perder o ritmo da dança – O que você acha de uma saída à francesa?

Ele me encarou, rindo alto – seu sorriso trambiqueiro era um reflexo do meu. Entretanto, nossa bolha de felicidade foi estourada por certa baixinha de cabelos espevitados, que passou suavemente por nós, sussurrando:

_Nem pensem nisso…

Suspirei, fazendo uma falsa expressão de indignação.

_Você é incrivelmente pequena pra ser tão enormemente irritante, Alice – Edward sussurrou, fuzilando a irmã mais nova com os olhos.

Sua risada de sinos soou, ao passo em que ela voltava para a mesa da família.

_Ok – sussurrei, sorrindo e dando um breve selinho em Edward – nesse instante, os flashes das câmeras foram constantes e certeiros – Vamos, então, aproveitar esse momento já que alguém nos impede de sermos realmente felizes.

Meu marido riu, sabendo que falei aquilo propositalmente a fim de que Alice ouvisse.

_Essa música… – Edward sussurrou, após alguns segundos num calmo silêncio entre nós – Sempre que a ouço me lembro de você…

Olhei em seus olhos – grandes e tentadoramente verdes.

_Eu também…

 

And when the cops closed the fair / E quando os policiais fecharam o parque
I cut my long baby hair… / Eu cortei meu longo cabelo de bebê…
Stole me a dog-eared map /
Roubaram meu mapa marcado em páginas
And called for you everywhere
… / E chamei por você em todos os lugares…

 

_Ela me faz pensar em todas as coisas que passamos pra chegarmos até aqui… – continuei, fechando os olhos.

_É como se essa canção fosse sobre o antes e o depois… – sussurrou, encostando sua testa à minha.

_Como assim “o antes” e “o depois”? – perguntei, curiosa, acariciando os fios acobreados de sua nuca enquanto o encarava intensamente.

_O antes e o depois de minha vida sem você…

 

Have I found you? / Eu achei você?
Flightless bird, jealous, weeping… / Pássaro incapaz de voar, invejoso, chorando…
Or lost you? / Ou perdi você?
American mouth… / Boca Americana…
Big bill looming… /
Grande bico ameaçador…

O restante da festa foi apenas um clichê – acontecimentos tradicionais que ocorrem em todos os casamentos, mas que ganharam um toque especial por simplesmente fazerem parte da minha cerimônia.

O sol havia acabado de se por e eu estava sentada na grande mesa da minha nova família juntamente da minha antiga, conversando animadamente ao som de uma suave música enquanto degustava do maravilhoso e enorme bolo. Ao longe, pude ver Seth e Jessica*, sua impriting. Ela era tão doce e amável… Uma linda e agradabilíssima humana.

Os longos e loiros cachos de Jéh se movimentavam sempre que Seth a rodopiava, assim como seu curto vestido preto. Eles formavam um casal perfeito!

_Ela me lembra muito minha mãe… – Rose sussurrou ao meu lado, dando de mamar a uma das filhas, Brooke.

_Jura? – perguntei, pegando a mãozinha da minha delicada sobrinha esfomeada.

_Sim… – ela pareceu meio distante – Os cabelos loiros, os olhos esverdeados… E até o jeito dela sorrir – ela riu, nostálgica – E, por mais que eu não seja muito fã dos lobos, tenho que admitir que Seth teve muita sorte ao escolhê-la.

_Sim… Ela é realmente uma pessoa maravilhosa! – falei – Eu a conheci pouco antes de Edward ir… embora pela segunda vez. E Jessica me deu muita força pra seguir meu caminho.

_Sinto interromper, maninhas, mas a você, Bella, precisa jogar o buquê – interrompeu Alice, saltitando em nossa direção e puxando eu e Edward pelos braços.

Após eu ter jogado o meu buquê – o qual foi pego por Hillary, que havia acordado no início da semana e voltado a ser a minha Hillary de sempre – eu fui confiscada por Alice até seu closet. Daqui a poucos instantes eu estaria em um avião rumo à não sei onde – devido ao fato de Edward continuar com a história de manter o local da lua de mel em segredo – e, segundo ela, eu deveria estar deslumbrante pra onde quer que eu fosse. Eu mereço.

Quanto à Hillary e Luke, eles estão ótimos! Ambos retornariam à Inglaterra essa noite – de volta à casa dos pais. Como Lucas foi considerado morto por muito tempo – por causa daquele falso acidente de avião – precisou da ajuda das influências de Carlisle para mudar esse status.

Foi dito, assim, que ele havia se perdido numa parte quase remota do país, após o acidente, e perdido momentaneamente a memória, ficando sob os cuidados de uma senhora do interior. E, após uma viagem de Hillary pelas localidades, eles se reencontraram e as lembranças dele estavam retornando aos poucos.

É… nada que dinheiro e influência não possam fazer…

_Você está linda – Hill e Jéh disseram ao mesmo tempo, quando entraram no quarto, rindo em seguida.

_Obrigada – agradeci, corada, olhando meu reflexo no grande espelho de Alice.

 

[...]

 

Meus olhos se repousaram no grande painel do aeroporto, visualizando nossa próxima escola, depois de Houston.

_Rio de Janeiro?

_Lembra quando nos reencontramos em Londres e fomos ao meu apartamento? – perguntou, sorrindo levemente assim que assenti – Então, naquela noite você havia dito que havia visitado muitos países e que o próximo lugar da sua lista era alguma ilha deserta (N/A: Isso está aqui, no capítulo 23 – 5° parágrafo de baixo para cima).

_Você está me levando a um dos lugares mais lindos do mundo só porque eu comentei isso há anos? – meus olhos estavam arregalados e minha boca tinha caído, e eu realmente não ligava no momento.

Ele riu como o tilintar da água em uma taça de cristal e, se possível, o meu deslumbramento total aumentou.

_Eu queria que fosse algo especial – ele falou somente, como se isso apagasse todo o absurdo da situação.

Não consegui retrucar. Eu senti meus olhos marejarem e meu coração começou a acelerar. Edward me olhou com um pequeno vínculo entre as sobrancelhas, visivelmente preocupado de não ter me agradado. Quando é que ele ia perceber que os meus canais lacrimais estavam acentuados pela gravidez?

_Bella… Você não gostou? – a sua voz estava meio inexpressiva, mas eu sabia bem que ele conseguia esconder a dor da pergunta.

_Edward como você tem coragem de perguntar isso? – eu limpei as lágrimas com as costas da minha mão, mas a minha voz ainda estava meio embargada – Você é o melhor! – sorri, soltando um gritinho à lá Alice, jogando-me em seus braços.

Ele riu alto, enlaçando suas mãos em minha cintura.

_Espere só até chegar lá!

 

[...]

 

Rio de Janeiro era incrível! Chegamos à cidade maravilhosa pela noite, mas, ainda assim, sua beleza era visível. Pegamos um taxi – e fui surpreendida pelo português perfeito de Edward – até chegarmos a uma rua movimentada e com enormes arcos. Estávamos na Lapa.

Meu marido falou alguma coisa para o motorista, pagando depois.

_Vamos ter que andar um pouco – falou, entrelaçando nossas mãos – A marina está logo ali na frente e nossas bagagens já devem estar na lancha.

Andamos pelas históricas ruas do Rio… Garota de Ipanema soava ao fundo e diversas pessoas transitavam pelo local. Haviam pessoas bebendo e se divertindo nos barzinhos, outras dançando e algumas simplesmente conversando. Mas todos tinham algo em comum: eles sorriam.

O clima estava quente, mas a leve brisa vinda do mar amenizava o calor, dando um toque todo especial e único ao ambiente.

_Uau! – falei, encantada, olhando ao redor – Não é mentira quando dizem que o povo brasileiro é animado.

Edward riu da minha empolgação.

_Eles são, sim! Principalmente os cariocas! – falou, ajudando-me a andar pela multidão.

_E espero que não tenha nada relacionado à cariocas gostosas e bronzeadas… – o fuzilei com os olhos, rindo por dentro.

Ele arregalou os olhos, gaguejando:

_Ca-claro que não, amor… – beijou meus cabelos.

Gargalhei.

_Eu tava só brincando, meu amor… – continuei rindo, escondendo meu rosto em seu peito, apertando sua camisa.

_Moça do corpo dourado do sol de Ipanema… O seu balançado é mais que um poema…

Alguém passou por nós cantando. Eu ri. A língua portuguesa era engraçada, mas linda.

Continuamos a andar e eu me deslumbrava a cada canto que passava. Quando vi, eu estava andando quase de costas, segurando o peito de Edward, que me olhava em um misto de diversão e aconchego pela minha curiosidade.

_Edward! Aqui é tão diferente… – sussurrei embevecida – E olhe pra essas pessoas… O brilho no olhar delas…

Ele sorriu, aproximando nossos corpos sutilmente, deslizando suas mãos para meus braços até alcançarem meus cabelos. Seus lábios quentes e perfeitos se encontram com os meus em um beijo quente, embora suave. Foi um beijo inocente, como o que costumávamos dar quando ele ainda era um vampiro e eu, uma frágil humana.

Suas mãos enlaçaram minha cintura e sorrimos um para o outro, voltando a caminhar.

_Hoje tá muito lotado – ele falou – Deve ser pelo fato de ser domingo.

_E na Califórnia, nem aos domingos é movimentado assim… Eles comemoram de uma forma bastante distinta de nós…

_Realmente – concordou sorrindo – Se quiser, podemos voltar um dia desses…

_Eu iria adorar! – sorri, beijando seu pescoço.

 

[...]

 

_Finalmente! – Edward suspirou, desligando a lancha e me ajudando e descer – Essa é a Ilha Esme.

_Sua mãe tem uma ilha? – perguntei, totalmente em êxtase, visualizando e lindíssima casa que nos esperava. Era linda e mesmo a noite podia-se ver a sua magnificência. A luz do luar tornava a praia clara e ela era ondulada de palmeiras.

Edward se aproximou de mim e entrelaçou seus dedos nos meus.

_É linda, não é?

_Sim, é linda. Esme realmente tem bom gosto – sorri e virei meu rosto para encarar Edward.

Ele sorriu para mim em resposta, levou minha mão até seus lábios e a beijou delicadamente, colocando-a sobre seu peito, do lado esquerdo – onde estava seu coração. Enquanto isso, sua outra mão se moveu até minha cintura, aproximando-me dele e de seus lábios. Seus olhos pararam nos meus e pude contemplar aquela íris incrivelmente verde que tanto me hipnotizava.

Edward me beijou com fervor, e sua mão acariciou delicadamente minhas costas. Logo, minha mão em seu peito, deslocou-se para sua nuca, massageando seus cabelos cor de bronze.

_É melhor entrarmos não acha? – falou ao interromper o beijo, ofegante.

_Sim… – respondi, tentando controlar minha respiração.

Deste modo, meu esposo me pegou em seus braços.

_Não deveríamos esperar chegar até a porta? – perguntei, levemente entretida, sorrindo.

_Nunca houve nada de muito tradicional entre nós dois… – sorriu, fazendo-me rir alto ao notar que éramos mesmo um casal atípico.

Entramos na linda casa da praia, a qual era muito clara e possuía a maior parte de suas paredes de vidro. A decoração comum dos Cullen fazia com que eu me sentisse realmente no lar. Era aconchegante e acolhedor.

Edward subiu as escadas de madeira – comigo ainda em seu colo – e passou por um diferente, mas lindo corredor até abrir a primeira porta. Ele abriu a porta com uma das mãos, enquanto a outra me mantinha no colo dele. Ele riu soprano quando passou pela porta do quarto comigo, eu revirei os olhos, mas sorria.

Edward me colocou sentada na cama e beijou meus lábios carinhosamente. Quase que automaticamente as minhas mãos voaram para os cabelos, trazendo-o mais para perto de mim. Ele se afastou com um sorriso.

_Vou pegar as malas… – sussurrou, voltando para a parte externa da ilha.

Agora eu me lembrei de olhar o quarto; era difícil organizar prioridades quando eu tinha Edward por perto.

As paredes eram praticamente inteiras de vidro e os móveis eram de uma madeira escura. O chão era revestido por um carpete creme e os lençóis, eu imaginava eram do linho mais fino. Era maravilhoso, não exageradamente luxuoso – como eu temi que fosse –, mas estava longe de ser simples.

_Finalmente! – Edward falou divertido, retornando e colocando a bagagem perto da porta – Agora você é minha!

_Eu já era sua a um bom tempo – sorri.

Ele sorriu também e beijou minha testa e, em seguida, a ponta do meu nariz. Quando seus lábios encontraram os meus eu esqueci para o que servia o meu pulmão, concentrando-me unicamente no toque de veludo dele. Entreabri minha boca e as minhas mãos já haviam ido parar no seu colarinho há muito tempo.

Edward se colou mais em mim, deslizando suas mãos pelas laterais do meu corpo. Instintivamente, agarrei-me ao seu pescoço, não o querendo longe de mim nem por um milímetro que fosse.

_Que tal um banho? – perguntei.

_Seria ótimo – concordou, fitando-me – Vai entrando… Vou dar uma ajeitada em algumas coisas e te alcanço – piscou.

_Certo – ri, dando um estalado beijinho em seus lábios.

Entrei no banheiro que havia dentro do quarto e espiei pelas longas janelas que davam para a praia. A luz da lua cintilava por cima das águas do mar, tornando-o quase um espelho, refletindo a forma torta da lua. Deixei a luz do ambiente apagada mesmo, sendo iluminada apenas pelo luar.

Liguei o chuveiro e deixei que a água quente escorresse por todo o meu corpo. Encostei minhas mãos no granito da parede do box e fiquei daquele jeito por alguns minutos, deixando a água descer por minhas costas. Escutei um barulho mínimo da porta sendo aberta e soube que Edward havia chegado, finalmente.

Momentos depois, escutei um barulho vindo do box. Antes que eu pensasse em me virar, senti beijos quentes em minha nuca e os dedos dele em minha barriga. Tirei minhas mãos da parede, ficando de frente e deparando-me com um homem completamente nu e suado.

Os olhos de Edward estavam negros de desejo. Arfei quando vi seu olhar correr por todo meu corpo, e, mal pude concluir qualquer pensamento, senti seus lábios quentes e ansiosos nos meus.

O corpo dele foi me impulsionando suavemente para trás, prensando-me contra a parede. Na verdade, meu corpo se movimentava sozinho, era como se eu estivesse desligada dele. As sensações agiam como um entorpecente.

Seu corpo suado e recém-molhado, os beijos nos lugares certos, sua língua percorrendo minha jugular, sua virilidade pressionada em meu centro. Tudo era Edward, distração, luxúria, paixão… Tudo ditava prazer.

Com as mãos acariciando a nuca de Edward, abaixei lentamente a cabeça, para que nossas bocas se encontrassem em um beijo intenso, que faria nosso desejo aumentar ainda mais. Nossas línguas se entrelaçaram suavemente, desfrutando de cada movimento e sensação proporcionados.

Descolei nossas bocas, buscando por ar, e a passei para seu pescoço, beijando-o avidamente, enquanto Edward se mantinha concentrado em acariciar todas as partes do meu corpo. Beijei a curvatura de seu pescoço e Edward me apertou ainda mais contra seu corpo. Seu cheiro doce e luxuriante inebriou todos meus sentidos, e eu senti que o mundo poderia desabar em nossas cabeças, e mesmo assim, eu não perceberia, tão concentrada em Edward e em seus toques, como eu estava.

Lentamente, girei meu corpo, fazendo com que Edward ficasse colado em minhas costas. Suas mãos pousaram uma de cada lado do meu pescoço e foram deslizando por meus ombros e braços até chegar às minhas mãos. Depois, passaram para minha cintura e foram subindo, pelas laterais do meu corpo. Eu podia sentir sua respiração em arquejos em meu pescoço, fazendo minha pele quente se arrepiar absurdamente com seu hálito.

Suas mãos hábeis tocaram os meus seios, massageando-os de forma sensual, fazendo-me ficar mais excitada e louca de desejo. Minha respiração havia se tornado arquejos abafados, misturados a gemidos contínuos e intensos. Os lábios de Edward roçaram na ponta do meu ombro e foram subindo a meu pescoço, de forma lenta e deliberada.

Coloquei os braços para trás e segurei na nuca de Edward, impedindo-o de afastar seus lábios de meu pescoço e se afastar de meu corpo. Uma de suas pernas se colocou no meio das minhas e a outra prensou a parte externa de minha perna esquerda, fazendo com que nossos corpos ficassem ainda mais colados e agora, encaixados. Eu sentia cada curva de seu corpo, moldando-se ao meu… Seus toques, simplesmente me levavam à loucura. Era como se Edward tivesse feito isso durante a sua vida toda…

E era o que ele, pelo menos, faria a vida toda…

—–

Gostaram do capítulo?

a autora pede perdão pela demora.. e disse que vai tentar recompensar :p

visitem  blog dela: http://raphaellakpaiva.wordpress.com/

beeijos e comentem!


Ações

Informação

Uma resposta

16 11 2010
ELEGRINA

SIM GOSTEI MUITO, PENA ADEMORA , MAS VALE A PENA ESPERAR…..

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