Closer – Capítulo 40

5 11 2010

 

Pov Rob

Depois que Kristen se recuperou e recebeu alta, as horas voaram no hospital.

Estávamos arrumando as coisas para, finalmente irmos embora para nossa casa. Minha mãe e a mãe da Kristen passariam os três primeiros meses dos bebês morando conosco. Junto com as duas babás Nathalie e Iara. Ajuda para cuidar dos pequenos era o que não ia faltar.

“Ash amor, você pode vir nos visitar sempre que quiser. Não precisa ficar com essa cara.”

“Ain Kristen. Eu sei. Mas… Vou sentir tanta falta dessas coisinhas…”

“Pode falar Ash, tem outro motivo para você não querer voltar para casa.”

Ela sorriu sem graça para mim, e eu sabia que havia matado a charada.

“Claro que não, Robert!”

“Acho, então, que você não vai gostar da sua companhia no voo de volta. Que pena, por que você vai perder a oportunidade de se divertir durante a longa viagem.”

Ashley ficou sem graça de novo, e Kristen deu um tapa na minha perna para eu calar a boca.

“Ei baixinha da cadeira de rodas, para de me bater.”

“Deixa que eles se entendam sozinhos, Rob.”

“Ok ok!”

O carro que nos levaria chegou, e eu ajudei Kristen a sair da cadeira de rodas, e entrar nele.

Ashley estava voltando para os Estados Unidos naquele dia, muito bem acompanhada, o pai e os irmãos da Kristen que apareceram tiveram que voltar para casa também, meu pai voltou ao trabalho, e agora teríamos apenas a companhia de nossas mães e das babás.

Arregalei os olhos espantado quando entrei na sala com Kristen. Havia bolas rosa e azul penduradas pelos cantos da casa, e uma faixa enorme escrito: “Nathan e Sophie, sejam vem-vindos!”.

Jules veio tirar Nathan do meu colo, e minha mãe pegou Sophie com a Kristen.

“Subam, tomem um banho, e desçam para comermos.”
“Robert, meu filho, por favor, faça essa barba!”

“Mas eu gosto dele assim.”

“Kristen, olha o fogo!”

Rimos de nossas mães, e subimos para o nosso quarto.

“Vai tomar banho comigo, Rob?”

“Acho melhor não.”

 

Kristen deu de ombros e entrou no banheiro.

Sentei no sofá para esperar, mas alguma coisa dentro de mim disse que eu devia ir até o banheiro. Levantei, e assim o fiz. Kristen estava sentada no chão do box. Chorando.

Tirei minha boxer, e me agachei na frente dela.

“Amor, o que aconteceu?”

Ela se assustou com a minha presença, e tentou levantar dizendo que não era nada. Coloquei delicadamente minhas mãos nos ombros dela, e a fiz sentar de novo.

“Por favor, não faz isso comigo amor. Conta o que é. Eu te ajudo. Eu… Sei lá. Conta para mim o que é.”

“É bobeira. Deixa para lá. Vou tomar meu banho.”

Levantei com ela, e enxuguei suas lágrimas.

“Vou tomar banho com você.”

“Não precisa.” – Ela falou cabisbaixa. Os hormônios dela ainda estavam desequilibrados?

“Sério, o que está havendo?”

“Eu… Eu achei que você…” – Ela encolheu os ombros, e logo depois fechou os olhos, negando com a cabeça. – “Esquece Rob. Vamos tomar banho.”

Acho que já entendi. Resolvi arriscar.

“Você achou que eu não queria tomar banho com você, porque não íamos poder fazer nada?”

“É.” – ela falou com um fio de voz, ficando vermelha.

“Kristen, amor. Eu te amo! Eu não vou me afastar de você porque a gente não pode ter relações sexuais agora. Eu vou esperar os 40 dias, que venham 50, 60… Quantos forem! Não leia mais aquelas revistas retardadas da sala de espera. Ok?”

“Desculpa. Não lerei mais. Eu confio em você, eu já sabia disso. Foi só um… Lapso.”

“Tudo bem.” – A beijei, e fomos tomar o nosso banho.

“Eu… Sinto sua falta, Rob. Vou contar nos dedos esses malditos 40 dias de resguardo.”

“Eu te empresto os meus dedos se quiser.”

“Um… Gostei disso.” – A voz dela entrou no modo malicioso, e eu senti algo se animando na minha virilha.

“Kristen, amor, vamos devagar. Ok?! Meus dedos são um pouco exagerados e…” – Ela caiu na gargalhada, e eu não consegui terminar. – “O que?”

“Um pouco exagerados?” – Kristen largou o sabonete na saboneteira e pegou minhas mãos, abrindo-as contra as suas e comparando os tamanhos.

“Sei que meus dedos são maiores que a média.” – Ela riu. – “Eu só quis ser… Sei lá, delicado.”

“Você todo é acima da média.” – Kristen ficou de costas para mim, e rebolou contra o meu já ereto pênis. – “E… Eu bem prefiro quando você não é delicado.”

“Oh merda! E o médico falando que as mulheres perdem o interesse pelo sexo nos primeiros dias.”

“Nenhuma delas tem que olhar para você quando volta para casa.”

“Fico lisonjeado com os elogios amor. É bastante difícil resistir a você também. Porra, você não tem noção do quanto eu estou me segurando aqui.” – Beijei o pescoço dela. – “Mas por agora, infelizmente…”

“Eu sei. Vamos só tomar o nosso banho.”

“Exato.”

Kristen virou para frente, e passou os braços pelo meu pescoço.
“Contando os dias.”

“Contando os dias.”

Eu ia morrer nesses 40 dias sem ela. Não que o nosso relacionamento seja baseado no sexo, mas… Porra! É tão bom!
[…]
Dez dias depois do nascimento dos bebês, Kristen voltou a encontrar o Doutor Adam para uma consulta de rotina. Após constatar que estava tudo bem, Kristen perguntou se teríamos que continuar contando os próximos 30 dias para termos relações sexuais.

“Hoje em dia, não é mais necessário esperar esse tempo todo. Mas…”

Eu estava prestes a pular da cadeira, mas reprimi minha alegria, e prestei atenção às próximas palavras do médico. Esses “mas” nunca são acompanhados por boas notícias. Merda!

“Você teve sérias complicações no parto, Kristen. E apesar de estar tudo bem por agora, nós não queremos abusar e dar chance para, Deus me livre, acontecer alguma coisa.”

“Não não!”

“Claro que não!” – Eu falei assustado.

“Então eu os aconselho a se segurarem por mais esse mês.”

“Mas… Nada?” – Kristen olhou tímida para o médico, e ele sorriu, já entendendo sobre o que ela falava.

“Estou me referindo às relações sexuais com penetração.” – Acho que meus longos dedos devem estar inclusos nessa categoria. – “Vocês podem seguir com o sexo oral, e com a masturbação. Mas ainda peço um pouco de cuidado.”

Já era alguma coisa. Muita coisa!

Tiramos mais algumas dúvidas, agradecemos, e saímos do consultório como duas crianças que acabaram de descobrir que poderiam tomar sorvete após um longo resfriado.

[…]

Três dias depois da nossa conversa com o Doutor Adam, fomos abandonados com os bebês. Muito suspeito. Acho que tinha um dedo de Kristen nisso. Ou talvez, Jules e minha mãe tenham pensado nisso por conta própria.

Jules disse, nós ficaríamos sozinhos pondo em prática o que vimos as vovós e as babás fazerem. Kristen já havia trocado as fraldas algumas vezes, dado banho… O máximo que eu tinha feito foi colocar para arrotar, limpar o rostinho deles após uma golfada, e colocar para dormir de madrugada. A maioria dessas coisas envolvia os bebês quietinhos no meu colo, ou no colo dos outros. Vou confessar que evitava essas tarefas. Eles ainda eram pequenininhos, e eu tinha medo que pudesse machucá-los. Não era má vontade. Nunca! O que eu mais gostava, era de ficar perto deles, de vê-los crescer aos meus olhos.

Eu estava um pai total e completamente babão.

Quando Kristen os amamentou pela primeira vez no hospital, eu parei ao seu lado, e fiquei chorando. Eu achei aquela cena tão linda, tão incrível, que não me contive. Claro que aturei o Tom no meu ouvido o resto do dia, e a Ashley no outro. O primeiro dizendo que eu era um bobo, e a segunda me defendendo do primeiro.

“Rob?”

“Oi amor?”

“Quer testar trocar uma fralda?”

“Sério que você vai ter coragem de dar Sophie na minha mão?”
“Deixa de ser bobo. Vai lá.”

Peguei a pequeno clone da Kristen das mãos dela, e a coloquei na bancada. Ela fez uma cara estranha, e quando eu já ia ficar desesperado achando que tinha feito algo errado, um cheiro ruim invadiu o ar.

“Kristen, você tem certeza que ela SÓ bebe leite?”

Kristen gargalhou do berço de Nathan, e não respondeu.

“Terrível característica para puxar de mim minha linda.” – Falei, e dei um beijo na barriga dela. – “Puta que pariu!”

Peguei um lenço umedecido, e coloquei sobre o nariz.

Fiz tudo como tinha visto os outros fazerem, e apertei o talco para colocar em Sophie… Mas nada saiu. Sacudi a embalagem, tentando de novo. E nada.

“Merda.”

“Tudo bem aí, Rob?”

“Sim Kristen.”

Tudo bem nada! Qual é o problema com essa porra desse talco que não quer sair daqui de dentro?

Mexi novamente na embalagem e… Puf!

“Meu Deus Robert! O que você fez?”

As perninhas da coitada da Sophie estavam cobertas de talco, e uma nuvem branca pairava sobre nós.

“Porra, nos livros não dizia como tinha que apertar a embalagem.”

“Mas… Rob… Amor… Isso já não era… assim… Er… óbvio?” – Kristen tentou ser compreensiva comigo, tentou não rir. Ela sabia que eu estava me esforçando. Que culpa tenho eu que a prática, é muito mais difícil que a teoria?

“Essas tampas estranhas. Não tinha nada mais prático?”

“Você nunca usou talco na vida?”

“Já, claro!”

Kristen rolou os olhos para mim, ainda segurando o riso, e pegou Sophie para limpá-la. Direito dessa vez.

Fui para o berço do Nate, e fiquei debruçado vendo-o dormir. Kristen voltou para o quarto colocando Sophie no berço, e parou atrás de mim, passando as mãos na minha cintura, e entrando com elas pela minha boxer.

Ela deu uma mordida de leve nas minhas costas, e saiu do quarto.

“Ok, o pai de vocês vai até ali ao lado entender o que a mãe de vocês está tentando fazer. Durmam bem meus anjos.”

Liguei a babá eletrônica, e saí deixando a porta entreaberta.

Parei no corredor olhando para trás. Era tão estranho deixá-los sozinhos ali. E se alguma coisa acontecesse? Será que tinha como eles se engasgarem? Nós ouviríamos se eles chorassem? E se alguém invadisse a casa?

“Eu sei, é estranho.”

Olhei para frente, e encontrei Kristen parada na porta do nosso quarto, deliciosamente vestida com uma mínima camisola preta.

“O que…?”

Ela piscou para mim, e entrou.

Ainda não havia passado os 40 dias. Ou já? Não, acho que não. Bom, era mais fácil entrar no quarto, e descobrir logo o que ela queria.

Olhei mais uma vez para trás, para ver se tudo estava bem, e segui para o quarto.

Sobre a cama estava a minha magnífica esposa, sentada na ponta com as pernas para baixo, me chamando com o dedo. Andei até ela, e me abaixei para beijá-la, e empurrar para deitarmos de uma vez. Era isso que ela queria. Não era? Ela desviou o rosto, e me empurrou para levantar. Acho que não.

“Deita, e deixa que eu faço tudo.”

Arrumei os travesseiros atrás de mim, e deitei como ela pediu.

Sua camisola voou pelo quarto, e ela ficou nua de joelhos entre as minhas pernas.

Porra, meu pau tremeu na cueca, e eu achei que ele fosse pular para fora chamando pela Kristen.

“Tem alguém com saudade de mim.”

Ela abaixou, e ficou me beijando por cima do pano.

Kristen ficou naquela por um bom tempo, me provocando.

“Merda… Você… quer ficar… viúva?”

Os beijos pararam, e Kristen levantou o rosto me olhando.

“Não não. Eu quero deixar o meu marido bem satisfeito.”

Minha boxer desceu pela minha perna, e eu gemi sentindo um alívio incrível quando me vi livre daquilo.

“Guarde seus gemidos sweetie. Ainda nem comecei.”

Dito isso, ela me levou quase todo para sua boca, e eu gemi novamente.

Porra, Kristen é demais cara! É claro que ela ia arrumar um jeito de burlarmos essa história dos 40 dias. Por que eu não pensei nisso antes? Será que foi algum capítulo que eu pulei? Não, definitivamente não foi. Eu não teria pulado um capítulo que me dissesse que eu ainda teria a deliciosa boca da minha esposa me dando prazer dessa maneira. Minha memória deve apenas ter priorizado outras partes do livro.

“Kristen… A-amor… Vou…”

Terminei de falar, e gritei no meu orgasmo.

Porra, aquilo era tão melhor que me aliviar no banheiro.

“Ei.” – Kristen me beijou para chamar minha atenção. – “Gritos são proibidos. Ou você esqueceu que dividimos a casa agora?”
“Desculpa. Foi mais forte que eu. Muito mais forte!”

Nós rimos, e eu a girei na cama, ficando por cima.

“Sua vez?” – Falei já brincando com um de seus mamilos em meus dedos, e beijando o pescoço e a orelha dela.

“S-sim. Por favor.”

Desci minha mão pela barriga dela, e comecei a massagear o clitóris. Kristen começou a se contorcer, e eu penetrei um dedo delicadamente. Bombeei devagar, e ela começou a levantar o quadril para acompanhar. Adicionei outro dedo, e os movi mais rápido, tomando cuidado para não machucá-la.

“Uwn… Rob…”

Fiquei de joelho, e comecei a beijar a barriga dela. Circulei o umbigo com a língua, e fui descendo mais.

Minha barba já estava crescendo de novo e, já sabendo que Kristen gostava disso, passei o rosto pela parte de dentro das pernas dela, ganhando um gemido alto como recompensa.

Porra, que saudade dos gemidos dela! Eles eram tão distorcidos na merda do telefone.

Beijei a pele que havia acabado de “acariciar” com o rosto, e cheguei até aonde ela mais precisava de mim.

“C-c-caralho… Rob… Anw!”

Suguei e mordisquei o clitóris de Kristen e, depois de tanto tempo sem fazê-la gozar para mim, senti seu gozo escorrer após o forte orgasmo que ela teve.

Voltei para cima, e a encontrei de olhos fechados, com um enorme sorriso no rosto.

“Tudo bem por aí?”

“Agora sim. Nossa, quero nem imaginar como vai ser quando for para valer.”

“Porra Kristen!”

Virei nossos corpos para ficarmos de lado na cama, e a puxei até estarmos colados um no outro. Ficamos abraçados, nos beijando até pegarmos no sono.
[…]
Nossos bebês seriam batizados mais ou menos daqui a três meses, e nós tínhamos a difícil missão de decidir os padrinhos dos pequenos. Ashley e Tom foram escolhidos com unanimidade, e o outro casal teria que ser escolhido por meio de um sorteio. Eram muitos irmãos e amigos para o cargo, então só assim para não haver briga entre eles.

Estávamos sentados no chão do quarto das crianças esperando a hora certa para dar um remédio a eles. Pegamos a embalagem de fralda vazia, rasgamos um folheto de alguma coisa que estava jogado pela casa, e escrevemos o nome de todos que ainda faltavam. Colocamos os papéis dobrados dentro da embalagem, e sorteamos os nomes de Lizzy e Cameron. Faltava agora decidir quem seria padrinho de quem.

“Rob, você acha mesmo que temos que fazer outro sorteio para isso?”

“Acho.”

“Você e o Tom não tem conversado não? E você não tem prestado atenção ao seu redor?”

“Faz um tempinho que eu não falo com ele. Mas, o que isso tudo tem a ver?”

“A Ash já se considera madrinha da Sophie desde a primeira vez que a pegou no colo, ainda no hospital, e jurou que nossa filha sorriu para ela. Não reparou que qualquer coisinha que ela vê para a menina ela compra e nos envia?”

“Ela já queria agarrar nossa filha no berçário. Achei que fosse normal essa… Cisma. E chegam tantos presentes que eu fico perdido.”

“Pois então.”

“Estou lembrando agora, o Tom comentou alguma coisa sim sobre a Ash estar brincando de boneca. Achei que fosse coisa dela. Agora entendi que é com a nossa filha. Eu mereço isso.”

“Eles dois serão os padrinhos da Sophie, e nossos irmãos, do Nate. Simples assim.”

Escorreguei mais para perto dela, e segurei seu rosto com uma mão, avançando até que estivéssemos deitados no chão.

“Que tal algo mais… complicado?”

“Tentador.” – Ela respondeu, e mordeu meu lábio inferior puxando-o para si, e soltando em seguida. – “Mas assim que dermos o remédio, eles vão acordar.”

“Nós os colocaremos para dormir de novo.”

“Nesse caso…”

Ficamos mais alguns segundos ali nos beijando, e o relógio despertou avisando do horário. Como Kristen havia dito, assim que eles tomaram o remédio ficaram agitados, e tivemos que colocá-los para dormir de novo.

Mas quem disse que eles queriam dormir? Já havíamos embalado os dois, trocado os bebês entre nós, já cantamos para eles, já conversamos com eles…

“Por que eles escolheram chorar agora, tudo o que não choraram esse tempo todo?”

“O remédio é ruim, Kristen. Daqui a pouco o gosto passa, e eles dormem.”

“Robert, você tomou o remédio deles?”

“Caiu no meu dedo, eu provei.”

“Louco.”

“Vou ficar se passarmos outra uma hora assim.”

“Será que aconteceu alguma coisa?”

“Não, eles não estão chorando de dor.”

“E seria meio estranho, afetar os dois, ao mesmo tempo.”

Lembrei de uma coisa que eu queria tentar a algum tempo, e fui testar.

“Tive uma idéia. Agasalhe os dois, que eu vou preparar uma coisinha ali ao lado e já volto.”

“Rob, são onze horas da noite. Não arruma idéia, eles têm que dormir.”

“E eles vão. Confia em mim.”

Saí do quarto piscando para ela, e fui até a biblioteca, ou seria escritório, arrumar as coisas. Acendi a lareira, tirei a mesa que ficava entre ela e o sofá, levando-a para outro canto, e deixando o espaço maior, e trouxe o estoque de edredom do armário para forrar o chão. Não estava perfeito, mas estava confortável. Peguei o chiqueirinho deles na sala e armei ali do lado.

Voltei para o quarto, e ajudei Kristen a levar as crianças até lá.

Deitei os três no chão, afastados do fogo da lareira, obviamente, e me virei indo para o piano.

“Ei Rob! Vai nos deixar aqui?”

Sentei na banqueta para começar a tocar, e Kristen riu entendendo o que estava acontecendo.

 

As notas calmas da canção iam ganhando o espaço, e Kristen embalava Sophie, que era a única que ainda estava chorando. Nathan estava deitado no chão, com os olhinhos quase fechando.

Fiquei mais um tempo tocando, e quando olhei para Kristen, ela estava dormindo com Sophie no colo. Levantei do piano, e peguei Sophie, levando-a direto para o quarto. Fiz o mesmo com Nathan, e fui até o rádio deles, colocando um cd com o mesmo tipo de música que eu tocava. Esperei alguns segundos para saber se eles iam se agitar de novo, mas continuaram a dormir tranquilamente. Entrei no meu quarto, e peguei a babá eletrônica para levar comigo.

“Kristen…” – Ela me olhou manhosa, e me puxou para baixo, me deixando de joelhos de frente para ela.

“Eu estava tendo um sonho tão bom com você…”

“Sua safada, você estava com a sua filha no colo.”

“Não foi de propósito.”

“E você quer me contar esse sonho? Não sei se vai ser possível realizar, mas… A gente pode tentar.”

“Eu sabia que você ia se perder nas contas!”

“Já?!”

“Yep! E até alguns diazinhos a mais. Por segurança.”

Avancei nela de uma vez, e a deitei no chão. Como eu pude perder as contas? Eu a queria tanto, mas tanto. Mesmo com os nossos esforços para nos satisfazer de forma oral, ou manual, saber que nós não podíamos nos unir como queríamos, só aumentava o nosso tesão.

E ela falando aquilo agora, com todo aquele clima na sala, as crianças dormindo, a casa vazia… Não preciso dizer que eu fiquei duro instantaneamente.

“Porra, você tem certeza?”

“Tenho!”

“Por que eu não vou conseguir ser gentil com você hoje.”

“E você acha que os dias a mais foram por quê?”

Ela falou, e mordeu o lábio inferior. Levantou-se do chão, e ficou de joelhos na minha frente.

“A sua camisa vai sair.” – Ela a tirou. – “Assim como essa boxer.”

Kristen começou a tirar o pano do meu corpo, e passou a língua nos lábios quando meu pênis saltou já ereto esperando por ela. Uma de suas mãos foi até ele, e a provocadora a moveu lentamente por todo o comprimento, parando na cabeça já sensível, e apertando o dedão na fenda, pegando um pouco do líquido que já escorria e espalhando quando passou com a mão de volta.

Ficamos os dois de pé para eu terminar de tirar a cueca, e Kristen foi para as minhas costas, passando as unhas curtas pelo meu peito e me fazendo gemer.

“Sem muitos sons.” – Ela falou e deu uma mordida nas minhas costas.

Seu corpo se afastou do meu por alguns segundos, e em seguida eu pude sentir seus seios nus encostando nas minhas costas, me fazendo arrepiar. Tentei levar a mão para trás para tocá-la, mas ela não deixou.

“Daqui a pouco eu deixo você tocar aonde quiser.”

Deixei os braços caídos ao lado do corpo, e apertei firme as mãos para reprimir a vontade de sentí-la.

Kristen continuou a se arrastar pelas minhas costas, e a mordicar e arranhar a minha pele.

Sua boca chegou a minha bunda, e ela deu uma mordida forte.

“Tão gostoso. E todo meu.”

Os dois morrendo de tesão, e ela querendo brincar. Se aquilo não estivesse tão bom, eu já teria puxado-a para o sofá faz tempo.

“Todo seu!”

Ela ficou de lado ainda agachada, e subiu beijando a lateral da minha perna, desviando do meu braço, seguindo pelo meu abdômen e meu peito.

Puta. que. pariu. Ela já estava nua, e continuou a se esfregar em mim, enquanto passava seus lábios pelo meu corpo, e mordiscava algumas vezes.

Meu corpo gritava pelo dela, minha respiração já estava mais do que descompassada, e ela continuava tranqüila, dizendo o quanto eu era gostoso, que eu era dela, que não via a hora de finalmente me sentir dentro dela de novo… Por que essa mulher resolveu me torturar hoje? E logo assim? Caralho! E eu morreria feliz! Mas, merda, eu teria que gozar primeiro! E do jeito que minhas bolas doíam, essa porra vinha forte!

Meu pau se contorceu, e eu achei que fosse gozar quando desceu me beijando, e o deixou se arrastar pelo corpo dela. Ao invés de se compadecer, ela deu um beijo na cabeça dele, e subiu de novo, ainda se esfregando nele, até chegar com seus lábios no meu ouvido.

“Você pode se tocar se quiser.”

Eu não queria, mas acabei o fazendo. Mas somente para tentar aliviar alguma coisa.

Encostei minha boca no ouvido dela, e deixei a minha voz o mais rouca possível. Eu também posso jogar esse jogo. Mas eu vou jogar mais sujo. Muito sujo.

“Eu só vou gozar quando o meu pau estiver devidamente enfiado na sua boceta, e você estiver me cavalgando naquele sofá.”

O aperto da mão dela na minha nuca ficou mais forte, e eu sorri, beijando seu pescoço e levando meu corpo mais para frente, para que minha ereção tocasse em seu clitóris, e ela sentisse que precisava urgentemente parar com aquele jogo.

“Está louco para me foder, né Pattinson?”

Como se a frase dela já não tivesse sido demais, ela ainda se mexeu em cima do meu pau. Senti o quanto ela já estava molhada para mim.

Gruni alto, e fechei os olhos, respirando fundo para manter o controle.

“Se você soubesse o quanto você fica sexy com essa cara de desesperado… Eu poderia passar o dia te provocando. Só para te ver assim.”

“Caralho Kristen!”

Ela pegou minhas mãos, e as levou até seus seios, massageando-os. Sua cabeça caiu para trás, e ela gemeu o meu nome. Beijei e mordisquei seu pescoço, ganhando mais e mais gemidos, e gemendo junto.

Massageei seus seios com mais força, e ela só aumentou os gemidos. Isso significava que eu podia ir em frente, certo? Foda-se!

Aproveitei seu momento de distração, e troquei uma das mãos pela minha boca. Senti suas pernas ficarem fracas, e passei o braço em volta da cintura dela para sustentá-la de pé, e para colar ainda mais os nossos corpos, provocando-a mais.

Meus cabelos eram puxados a cada movimento que eu fazia com minha boca nos seios dela. Mordi o bico duro, passando minha língua, e assoprando em seguida. Kristen gemeu alto, e novamente eu achei que fosse gozar sem ter feito nada.

Nem eu sabia que eu podia agüentar tanto tempo. Mas não queria agüentar mais. Não via a hora de levá-la para o sofá, e sentir as paredes quentes dela envolvendo o meu pênis, e me fazendo gritar o nome dela de prazer.

Agarrei sua bunda, e a puxei para o meu colo, já a invadindo nesse meio tempo.

“B-bem-v-vindo… d-de volta-a.” – A voz de Kristen saiu engasgada, e eu nem tentei descobrir como a minha sairia.

Como eu havia dito, sentei no sofá com ela no meu colo, e logo seu corpo estava subindo e descendo me ordenhando.

“Goza… para… mim…“

“E… V-vou.”

Segurei sua cintura, enterrando meu rosto em seus suculentos seios, e comecei desesperadamente a subir o quadril, tentando acompanhar os movimentos dela.

Não demorou muito, e eu já estava próximo de gozar, e sentia os espasmos de Kristen avisando que ela também estava quase lá.

Caralho, tinha que ser agora, ou eu ia explodir!

Levei uma mão até seu clitóris, e com um simples toque, ela se apertou no meu pau, e eu vi estrelas.

“PUTA QUE PARIU KRISTEN!”

“RO-ROBERT!”

Parecia que eu estava vivo de novo, depois de muito tempo em um estado de hibernação. Nunca tive um orgasmo tão forte como esse! Porra, valeu cada minuto de provocação!

Kristen caiu mole em cima de mim, e eu a segurei, levando-nos para os edredons no chão, com ela por cima de mim, e nos cobrindo.

Tentei sair de dentro dela, para deitá-la em uma posição mais confortável, mas, obviamente, Kristen me segurou no lugar.

“Se eu continuar assim, não respondo por mim.”

“Eu respondo por nós dois.”

Ri contra o pescoço dela, e aquele riso fez nossos corpos tremerem.

“Porra. Eu te avisei.” – Kristen riu, e emparelhou o rosto com o meu.

“Eu te amo. Obrigada por confiar em mim, e por me deixar confiar em você.”

Levei uma mão até seu rosto, e fiquei fazendo carinho em sua delicada pele.

“Minha vida, tudo por você. Também te amo e sou o homem mais feliz do mundo por compartilhar essa confiança com você.”

Girei seu corpo, e me posicionei no meio das pernas dela.

“Agora eu não vou te foder. Agora eu vou fazer amor com você. Bem devagarzinho, só sentindo como somos perfeitos um com o outro.”

Entrelacei nossas mãos, e lentamente comecei a me mover para chegarmos a mais dois orgasmos naquela noite.

Puxei o corpo dela para cima do meu, e fiquei passando a mão em seus cabelos enquanto ela ronronava.

“Obrigado amor. Valeu cada segundo.”

“Digo o mesmo.” – Kristen falou, e beijou o meu peito.

“Mas saiba que vai ter volta.”

“Mal posso esperar.”

“Durma bem. Eu te amo.”

“Muito! Bons sonhos.”

Pov Robert

3 horas da manhã, e eu chegava em casa. Já havia voltado ao trabalho, e tinha acabado de sair do ensaio de um novo filme. A pré-produção e a gravação seriam todas feitas aqui mesmo na Inglaterra. O que era ótimo, porque eu não estou pronto para me afastar dos meus pequenos. Se é que um dia eu estarei.

Não era para ter demorado tanto, mas muitos dos atores já se conheciam, e o clima no estúdio ficou tão bom, que ninguém sentiu a hora passar. Entrei lentamente pela casa, e me assustei quando Jella pulou de cima do sofá para o chão, e começou a rodar em minhas pernas. Abaixei para fazer carinho na cabeça dele, e ouvi um dos bebês resmungar no andar de cima.

“Alguém acordou.”

Levantei do chão, e subi seguindo os resmungos do quarto das crianças. Abri a porta, e Iara estava com Sophie no colo. Assim que me viu, a babá começou a falar.

“Ela está manhosa desde cedo. Não quis mamar direito, não quis ficar no berço, no colo das avós e, por incrível que pareça, nem no da mãe. Dona Victoria veio visitar as crianças, e conseguiu colocá-la para dormir. Mas agora ela acordou de novo, e está assim.”

Ri para ela, que desandou a falar, e peguei Sophie em meu colo. A outra babá Nathalie também estava de pé, perto de Nathan. Provavelmente rezando para que ele não acordasse com os barulhos da irmã, e resolvesse fazer festa a essa hora da madrugada.

“Obrigado Iara, obrigado Nathalie, podem voltar a dormir que eu cuido dessa manhosa aqui, e a levo para dormir no meu quarto depois.”

As duas se deitaram em suas camas, e eu saí do quarto indo até o meu. Kristen dormia tranquilamente em nossa cama, e eu quis beijá-la para avisar que havia chegado. Mas preferi deixar para lá, amanhã acordaríamos cedo para o batizado das crianças, e não seria justo atrapalhá-la.

Fui para o quarto de hóspedes, e fechei a porta atrás de mim, deixando Jella deitado do lado de fora. Ele podia ficar perto dos bebês, mas o médico pediu para que limitássemos os locais onde ele poderia ficar. Lugares muito fechados, como os quartos, ele tinha que ficar de fora.

Liguei o som baixinho em uma música bem calma, e fiquei perto da caixa de som cantarolando para Sophie, e embalando-a lentamente. Depois de uma meia hora, ela finalmente se acalmou e dormiu. Coloquei-a na cama, arrumando os travesseiros para que ela não caísse, e para que o brutamonte do pai dela não rolasse por cima dela durante a noite. Tirei minha roupa, ficando apenas com a cueca, e me deitei ao seu lado.

Olhei pela última vez para aquele pedacinho de Kristen de bico, como se tivesse dormido contra a sua vontade, e tenho certeza que dormi com um sorriso no rosto.

Pov Kristen

Oito horas da manhã meu celular despertou, e eu queria tacá-lo na parede. Não havia dormido direito. Sempre que eu pegava no sono, meu corpo se lembrava que faltava um certo alguém do outro lado da cama, e despertava. No meio da madrugada até achei tê-lo escutado no quarto, mas acabo de acordar sozinha, e descobrir que deve ter sido um sonho.

Peguei o celular, e liguei para ele. Onde Robert havia se metido? Chamou, chamou, e ninguém atendeu. Saí do quarto com o celular ainda na mão, discando novamente para ele, e encontrei Iara no corredor.

“Bom dia Dona Kristen, Sophie já acordou? Ela precisa tomar banho ou chegaremos atrasados à Igreja.”

Oh merda, ainda tinha essa, o batizado das crianças era daqui à uma hora e meia. Mas espera um pouco.
“Como assim Sophie acordou? Ela não está no berço dela? Iara…?”
“Calma Dona Kristen. Ela ainda estava fazendo aquela manha quando o seu esposo chegou, e ele a pegou, dizendo que a faria dormir.”

Ah. Respirei aliviada. Nem meu marido, nem minha filha haviam fugido. Eu acho.

“Eles não estavam no quarto.”

“E nem na biblioteca. Passei por lá, e aporta estava aberta.”

“Onde mais nessa casa tem um rádio?”

“Creio que em todos os cômodos.” – Ri com Iara, e fui à caça dos dois.

Olhei para Jella deitado no corredor, e pela primeira vez quis que ele fosse um cachorro. Ou que eu tivesse me rendido aos vários, e insistentes, pedidos do Robert para termos um. Acho que talvez já estivesse na hora. Seria mais prático pedir que ele encontrasse os dois, e apenas segui-lo pela casa até eles.

Para a minha surpresa, depois de rodar a casa toda, resolvi abrir a porta do quarto de hóspedes que Jella estava deitada na frente. Que idiota que eu fui. Porque não fiz isso antes? Entrei no quarto, fechando a porta novamente.

Aproximei de Robert, e ele dormia de lado, virado para onde Sophie estava. Beijei o ombro dele, e afundei meus dedos no cabelo que, finalmente, estava longo de novo.
O sorriso que ele já tinha no rosto se alargou, e ele se virou de barriga para cima.
“Bom dia, fujão.” – Inclinei para frente, e o beijei.

“Bom dia, dorminhoca.”

“Com o que sonhava? Estava sorrindo enquanto dormia.”

Ele olhou para Sophie, e apontou o bico que ela fazia.

“Igualzinha a você.”

“Claro que não. Ela é toda perfeitinha. Eu sou desengonçada nas minhas caras e bocas.”

“Claro que não digo eu. Você é a mais perfeita de todas as mulheres.”

Rolei os olhos para ele, meu marido romântico de plantão, e levantei da cama correndo quando começamos a nos empolgar nas carícias.

“Batizado em poucos minutos. Banho Pattinson. Sexo na volta.”

Ele riu para mim da cama, ainda deitado com aquela cara de sono e a boxer preta, e eu quase me joguei em cima dele.

“Batizado em poucos minutos. Banho Pattinson. Sexo na volta.”
Ele repetiu minhas palavras, e novamente abriu um lindo sorriso, zombando de mim. Sacudi os ombros para ele, e peguei Sophie para Nathalie dar banho.
Pov Robert

Chegamos à Igreja, e Ashley já estava sacudindo o braço do Tom, avisando que havíamos chegado. Fomos aproximando, e ela começou a bater palmas, antes de avançar para frente, e pegar Sophie no colo de Kristen.

“Tem certeza que você não ficou afetada depois de interpretar a Alice?”

“Também te amo, Robert.”

Cumprimentamos todos, e fomos para o altar da Igreja, onde o Padre já esperava por nós.

A cerimônia seguiu tranquila, apesar de o Nathan ter chorado quando o Padre o banhou a cabeça, e depois, quando fez coco no colo de Lizzy, e essa o passou para Cameron, não agüentando o cheiro.

Voltamos para casa, e Kristen pediu licença para todos, me puxando para o nosso quarto.
“Eu achei que o sexo fosse depois que todos estivessem fora daqui.”

“Não é isso, seu bobo.”

Ela mexeu em seu bolso, e tirou um cordão de lá.

“Nossos bebês, e eu.”

Peguei o objeto da mão dela, e vi os bonequinhos do menininho, e da menininha, e a letra K no meio.

“Sua mãe falou com o Padre, e ele a abençoou.”

“É linda, amor. Obrigada.”

Coloquei a corrente em meu pescoço, e puxei Kristen para um beijo. Porra, não existe mulher mais apaixonante que essa. E ela é minha. Obrigado quem quer que a tenha enviado para mim.

“Não se empolga, Robert.”

“Estou apenas agradecendo pelo presente.”

“Sei.” – A puxei de novo, e a beijei, deixando minha mão descer por suas costas, até sua bunda.

Ela riu, e se separou de mim.

“Eu te amo Rob.”
“Amo-te também minha pequena.”

Voltamos para baixo, e nos separamos para dar atenção a todos os amigos, e familiares que estavam reunidos no quintal, na pequena festa que nossas mães resolveram fazer.

Enquanto via nossos filhos sendo paparicados por todos, vi Kristen do outro lado do jardim fazendo o mesmo. Fui até ela, e passei meus braços em volta de sua cintura, deixando-a com as costas no meu peito.

Ficamos ali parados por um tempo, apenas admirando a cena. As pessoas que mais amávamos juntas, em nossa casa, sorrindo e brincando entre si. E no meio deles, nossos filhos. Duas bênçãos que foram enviadas para deixar nossas vidas ainda mais perfeitas, e nos encher ainda mais de amor.

Tudo o que eu queria, era um emprego para pagar as minhas contas. Acabei encontrando a mulher da minha vida, e a minha família que eu sempre sonhei em formar.

“Obrigado por isso! Obrigado, obrigado, obrigado, obrigado… Posso passar o dia inteiro aqui.” – Eu falava com os lábios próximos de seu ouvido, e dei um beijo em sua bochecha ao terminar.

Ela se virou de frente para mim, e espalmou as mãos no meu peito.

“Deixe de ser bobo. Fizemos isso junto. Não tem nada que ficar me agradecendo.”

“Kristen, você me deu a família com a qual eu sempre sonhei. Meus agradecimentos nunca serão suficientes.”

“Rob, para. Você vai me fazer chorar aqui.”

“Não me importo. Você merece ouvir o quanto me faz feliz.”

“Meu Deus, o que eu fiz para ter um homem tão perfeito assim? Espero que aceite meus agradecimentos também, porque você me amou, e me ama muito mais do que eu achei que alguém fosse capaz. Você é o meu clichê Robert Pattinson. Logo eu que odeio clichês, tenho um bem grande em minha vida.” – Eu ri e a beijei. – “Nós estaremos juntos meu amor. Pelo resto de nossos dias.”

“Assim será. Minha paixão, minha vida.”

“Meu vampiro gostoso.” – Porra, eu tive que rir. Não era eu que sempre saía com as piadas? Quer saber? Foda-se! Essa é a minha pequena, sempre me surpreendendo, e me fazendo admirá-la e amá-la cada vez mais.

 

—–

Gostaram do final? *—*

é, acabou.. não.. na verdade tem o epílogo e o capítulo extra haha

mas basicamente acabou aqui 😦

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5 responses

6 11 2010
karlla cullen pattz

q lindo q lindoo. mas é o ultimo capitulo aaaaaaaah vou xoraar

6 11 2010
Kesia Tawanne

Acabou??aaaahhh mais adorei!!

6 11 2010
ELEGRINA

VOU SENTI FALTA QUENDO CHEGAR O FIM

6 11 2010
Maiara

AIIIIIIIIINNNNNNN QUE LINDOOOOOOOOOOOOOOOOO, ADOREIII MESMOO

9 11 2010
karla

eu já estou sentido falta lindooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

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