Inexplicavelmente Amor – Capítulo 06

9 11 2010

– Vai Bella, toma isso irá te relaxar.

Observei atentamente o comprimido que ele havia me dado, era de um rosa que lembrava algodão doce, em uma de suas faces havia o desenho de um coração com uma flecha no meio, achei aquele desenho lindo.

– O que é isso? – perguntei a ele analisando bem aquele comprimido.

– A bala do amor, Bella.

– Bala do amor? – eu perguntei confusa.

– Você vai ver que depois dela, sua noite será bem mais fácil. – ele mordiscou o lóbulo da minha orelha, depositando beijos no meu pescoço. – Você não vai se arrepender. – Não conseguia, não fazer algo que aquela voz me pedia, então dei mais uma boa olhada na linda bala, depois encarei aqueles olhos incrivelmente verdes que me motivaram e levei ela a minha boca junto com um gole d’água. Edward seguiu meu exemplo e tomou a dele, sorriu para mim e me beijou urgentemente, aquele beijo delicado no começo, e depois aumentando mais a velocidade, depois diminuindo, sua língua invadia a minha boca onde brincava com a minha naquele mínimo espaço, e eu me apertava mais a ele, sem conseguir quebrar aquele beijo, ele colocou os meus braços ao redor do seu pescoço, e as suas mãos foram para a minha cintura, onde ele subia vagarosamente o meu top,e sua pele tocava a minha, deixando como se fogo havia sido encostado ali, estava sentindo um prazer gigantesco dentro de mim, e quando ele interrompeu o beijo para que fossemos junto aos outros para dançar fiquei extremante brava.

Voltamos para onde se encontrava seus irmãos, que nos lançaram olhares curiosos, mas os ignorei, não queria ser interrompida novamente aquela noite, afinal eu estava me sentindo leve, livre e solta, e estava na companhia o homem mais incrível da face da terra, me sentia comunicativa, alegre como nunca me havia sentindo, era uma euforia e um bem-estar intenso que a cada minuto me deixava mais feliz. Dancei loucamente com sua companhia e cada beijo que eu dava em Edward era mais ardente que o outro e os que ele também me dava era cheio de desejo, prazer, a cada toque minha pele formigava, depois do que me pareceram dias, e o meu desejo por esse homem aumentava, eu o queria agora, e ele entendeu a minha urgência.

– Bella, vamos sair daqui? – ele perguntou entre beijos no meu pescoço.

– Só se for agora. – eu lhe respondi dando outro beijo marcante em Edward, ele foi ate Alice e disse alguma coisa e essa simplesmente balançou a cabeça e me lançou um sorriso safado, retribui aquele sorriso, e comecei a caminhar com Edward para a saída. Minhas mãos que estavam o abraçando queriam expulsar aquelas roupas que ele usava, mas me contive, pelo menos por um tempo.

Ele conseguiu localizar um taxi, lhe deu um endereço e encostou sua cabeça no meu ombro, queria beijá-lo, arrancar aquela roupa, tocar em cada pedaço de sua pele, mas ele se esquivava.

– Aqui não Bella, aqui não.

Parecia que esse lugar onde estávamos indo não chegava nunca, e isso estava me deixando impaciente.

– Para onde nós estamos indo? – perguntei irritada.

– Para a minha casa. – ele disse passando seus dedos pelo meu rosto.

– Na casa dos seus pais? – o olhei assombrada, foi então que notei que suas pupilas estavam muito dilatadas em um preto brilhante. Foi então que se fez a luz, toda essa minha sensação de euforia tinha um significado, mas tive que perguntar a ele para ter certeza. – O que tomamos era ecstasy, não era? – ele me olhou profundamente antes de responder.

– Era. Você está brava?

– Definitivamente não, essa é a melhor sensação que já senti na minha vida! – eu lhe disse super animada.

– Isso é bom. – ele disse beijando meus lábios. – E você tem uma noção do que nós estamos indo fazer, não tem? – ele me perguntou um pouco temeroso.

– Claro que eu sei, e quero isso mais do que nunca! – aproveitei que ele estava sem palavras e o beijei ardentemente, eu fui correspondida. – Mas seus pais não irão me julgar mal por “dormir” no seu quarto?

– Bella, em casa esta todo mundo sabendo que eu tenho uma leve queda por você, – ele disse rindo. – e minha mãe adoraria ver uma garota nos meus lençóis, ainda mais uma que é amiga da minha irmã.

– Leve queda, o que isso significa Ed?

– Do que você me chamou? – ele me perguntou arregalando os olhos.

– Ed, mas se você não gosta eu… – ele colocou o dedo nos meus lábio e pediu para que eu ficasse quieta.

– Me chama assim de novo, vai, bem no meu ouvido. – ele me pediu mordendo os lábios.

Ed? Ed! Ed! – eu dizia sedutoramente. – Ed! Ed! – Respirei fundo, no seu pescoço inalando aquele perfume. – Ed!

– Bella eu vou gozar se você disser isso mais uma vez. – Como eu queria vê-lo se esparramar de prazer por minha causa, fiz o que ele me alertou para não fazer.

ED! – suspirei no seu ouvido, beijando aquele pescoço, senti ele ao meu lado arfando de prazer, o seu membro estava muito rígido, seu rosto corado, por conta do prazer iminente que eu havia lhe proporcionado só ao dizer seu nome, ele me puxou para junto de si e suas mãos começaram a explorar todo o meu corpo, apertando meus seios, minha bunda, e seus dedos roçando a minha entrada, mesmo com a calça ali, definitivamente se não chegássemos logo a sua casa o taxista teria que ver uma cena de sexo selvagem em seu taxi, foi quando este parou em frente a uma lindíssima casa branca de três andares, que era ao mesmo tempo muito moderna e muito antiga, a antiguidade estava na sua estrutura e a sua modernidade nas paredes de vidro que rodeavam a casa. Edward pagou o taxi, e saiu do carro, e veio abrir a minha porta e me ajudar descer.

– Que linda a sua casa. – eu disse, quando a sensação de nervoso começou a me invadir, parecia que o efeito do ecstasy estava acabando.

– Vem Bella, você não quer ficar aqui fora contemplando a casa, né?

– Claro que não. – e fui depositar um beijo em seu lábios, ele respondeu me pegando no colo e adentrando na casa. Ela estava totalmente escura, mas ele parecia conhecê-la muito bem,e continuou rumando para algum lugar comigo em seu colo e me beijando freneticamente. Pude sentir ele subindo as escadas, e depois de um tempo percebi ele seguindo em um corredor, aquele com certeza era o terceiro andar da casa, ele abriu uma porta e caminhou ate uma cama onde ele me deitou, depois voltou ate a porta onde a trancou, acendeu a luz, que irradiou aquele ambiente que pude notar com perfeição, era um quarto maravilhoso, eu estava deitada e uma cama king size que tinha lençóis de linho branco, em um canto mais afastado estava um lindo divã em couro preto, na parede oposta ao divã havia um closet e ao seu lado outra porta que dava a um banheiro, a minha frente estava Edward mexendo em um aparelho de som sofisticadíssimo, olhei para a parede-janela atrás de mim, e percebi com exatidão que aquele era o terceiro andar, e o bosque que rondava a casa era-me extremamente familiar, aquele lugar me lembrava Forks.

O quarto de Edward era sem outra palavra, a cara dele, estava admirando aquela vista quando uma música clássica suave, começou a tocar ao fundo.

– Música clássica? – perguntei arqueando uma sobrancelha.

– Eu adoro música clássica, e essa noite com você não existe trilha sonora melhor que uma boa e velha música clássica. – Edward se aproximou de mim, e me beijou apaixonadamente, retribui aquele beijo por que era exatamente o que eu mais queria naquele momento.

Suas mãos começaram a descer sobre o meu corpo que clamava pelo dele. Ele começou a subir lentamente o meu top, o tirando serenamente sobre a minha cabeça, seus olhos transpareceram desejo sobre mim, quando lançou olhares cobiçosos para os meus seios, me aproveitando deste momento de distração dele, comecei a tirar sua camiseta vagarosamente, percebendo que eu não estava obtendo muito sucesso ele me ajudou a tirá-la, me deitando novamente na cama onde com uma boca, ele abocanhou um dos meus seios e a com sua mão ele fazia pequenos círculos no outro mamilo, era uma prazer inigualável, sentir sua língua, passeando pelo meu corpo, suas mãos firmes me apertando em baixo a ele, suas mãos dançando sobre o meu corpo, o seu corpo junto ao meu. Resolvendo não prolongar muito sem aquele prazer, ele começou a tirar as minhas botas, e quando o primeiro pé estava livre ele o beijou sedutoramente me fazendo arrepiar, ele repetiu a mesma atitude no outro, e eu arfava violentamente, suas mãos subiram delicadamente por minhas pernas, apertando com carinho minhas coxas, ele encontrou o botão da minha calça e o abriu, depois abaixou lentamente o zíper, que me fez arrepiar de tesão, percebendo a minha hesitação ele veio depositar um beijo em meus lábios, o beijo que era para ser um simples toque, virou algo urgente e profundo. A dificuldade para respirar havia voltado a mim, mas não iria interromper aquele ato divino para fazer algo tão banal como respirar, então Edward voltou sua atenção a minha calça me fazendo voltar a respirar com mais dificuldade do que antes. Ele abriu espaço que antes era ocupado pelo botão e o zíper da calça e deu um beijo em cima na minha calcinha preta me fazendo tremer de prazer, ele lançou-me aquele sorriso torto e começou a retirar a minha calça, quando ele a retirou, ele parou em pé na beira da cama para me observar cobiçoso.

Engatinhei ate ele e desabotoei e desci o zíper de sua calça, novamente ele me ajudou se livrando dela rapidamente, com um novo beijo ele me empurrou suavemente para a cama, vindo junto comigo, sua pele encostando com a minha, estava me deixando louca gostaria de tocá-lo, senti-lo. Para me deixar com a expectativa maior, ele começou a me beijar, descendo esse beijo para o meu pescoço, seguindo para o meu peito, depois passando para o vão dos meus seios, seguindo para a minha barriga, arqueei minhas costas e ele sorriu e passou a beijar os meus pés, enquanto suas mãos deslizavam por minhas pernas, ele subia beijando-as loucamente, e quando chegou na parte interna das minhas coxas, ele deu mordidinhas suaves ali, fazendo um tesão crescente passar por cada célula do meu corpo, suas mãos tocaram o cós da minha calcinha, e ele começou a tira-la lentamente, eu gostaria que ele arrancasse rápido aquele peça idiota, mas de propósito ele demorava mais, depois de um tempo ele conseguiu se livrar daquela peça. Ele olhou com desejo o meu corpo ali exposto, o que me fez corar.

– É melhor do que eu imaginava – ele disse me admirando, eu corei novamente.

– Então você já havia imaginado? – perguntei maliciosamente.

– Todos os dias, horas, minutos e segundos. – ele disse avançando para me dar outro beijo.

– Então o que você esta esperando?

– Shiiii… Me deixa olhá-la bem. – fiquei incomodada com aquele olhar cobiçoso e cheio de luxúria que ele me laçava, mas depois de um tempo desistiu de ficar só me olhando e veio ate mim. Suas mãos passearam pelo meu corpo suavemente, a cada toque eu me estremecia mais de prazer, sua boca que beijava os meus seios, sua língua que brincava com meu mamilo, me deixava louca de prazer, e ele sabia que isso me deixava louca, mas continuava a se dedicar somente aos meus seios e minha barriga, quando uma vez ele foi ate o meu umbigo e o circulou com a sua língua, fazendo meus olhos revirarem de prazer, fazendo ele sorrir sobre a minha pele, e aquele ar quente me fazer cócegas.

– Isso, Edward Cullen, – eu falei brava. – ri da desgraça alheia.

– Bella… fica calma, – ele me disse num sussurro. – lembra que você esperou nove meses para nascer.

– Mas. Isso. É. Diferente. – eu consegui lhe dizer pausadamente, quando suas mãos começaram a ir de encontro com o meu sexo. Estava respirando com muita dificuldade, mas ele parecia não se incomodar em esperar mais um pouco, então veio depositar outro beijo calmo em meus lábios, e quando eu fui para me aprofundar, senti seus dedos me tocando. Automaticamente abri meus olhos para encará-lo, aqueles olhos verdes me examinavam com cautela, em seus lábios aquele sorriso torto, mas que agora também tinha um ar de safadeza.

– Bella, relaxa. – ele disse em meu ouvido, e ate ele me dizer não tinha notado que havia me contraído, quando seus lábios mordiscaram o lóbulo da minha orelha, e senti sua respiração, relaxei um pouco e senti aquele dedo me explorando suavemente, ele ia e voltava, fazia que iria penetrar na minha entrada, e voltava a mexer no meu outro lábio, eu por sua vez arranhava suas costas, segurava com força aqueles lençóis de linho branco, e arqueava meu corpo involuntariamente.

Quando ele retirou seus dedos de mim, e veio me dar um outro beijo, novamente foi aquele beijo, urgente, cheio de paixão que somente ele conseguia dar, ele o encerrou sem pedir a minha autorização, mordendo o meu lábio, e começou a beijar meu queixo, depois meu pescoço, minha clavícula, o vão dos meus seios, decidiu passar a sua língua pelos mamilos enrijecidos, mas não se demorou muito ali, começou a beijar vagarosamente minha barriga, me fazendo sentir um arrepio, que nada tinha haver com cócegas, contornou meu umbigo, e desceu para beijar logo abaixo do meu umbigo, quando achei que ele fosse descer mais, ele passou a beijar o lugar onde estava osso da minha bacia, primeiramente o do lado esquerdo e depois o do lado direito, encostou seus lábios no meu sexo, mas não parou ali, indo parar nas minhas coxas, beijava-as com força e dava mordidinhas suaves na sua parte interna, as fazendo abrir involuntariamente, sua língua então traçou um caminho de fogo ate da parte interna mais sensível da minha coxa, ate a minha virilha. Eu arqueava de prazer, a respiração estava difícil, eu subia e descia meu quadril ao seu encontro, mas este se afastava, não conseguia mais esperar para sentir aquela boca, aquela língua me violando.

Ele por sua vez tinha toda a cautela do mundo tocava meu sexo suavemente, desenhando uma letra “E”, talvez isso fosse para que eu o estimulasse, mas quando tentei pronunciar um “Ed”, nada saiu, ele riu com a minha tentativa, e seu dedo novamente penetrou a minha entrada, mas assim que ele percebeu a minha excitação colocou um segundo dedo também, me fazendo gemer de prazer, ele então tirou lentamente os dedos dali e os levou a sua boca, e os chupou de uma maneira tão sedutora me de fez morder os lábios, arquear meu quadril de expectativa, e me tremer toda. Ele optou por não prolongar mais o meu sofrimento e sua boca tocou pela primeira vez meu clitóris, soltei o ar em uma bufada de prazer, sua língua desceu ate o meu períneo¹, fazendo minha excitação aumentar. Depois passou a se dedicar novamente aos meus grandes e pequenos lábios onde prendia-os com os dentes delicadamente e depois passando sua língua por toda a sua extensão. Eu estava respirando com muita dificuldade, aquela sem duvida era a melhor sensação de todas que já havia passado. Foi então que ele pegou as minhas pernas e as colocou em seus ombros, e encarou fixamente o meu sexo, quando fui para inspirar um ar, ele enterrou seu rosto lá novamente, foi quando senti sua língua circulando meu clitóris lentamente, depois aumentando a velocidade, e diminuindo novamente, e acelerando, e voltando a diminuir, depois comecei a sentir ele indo para a direita e para a esquerda, sua língua frenética estimulando todo o meu sexo, conseguia sentir leves mordidas e sucções, aquele definitivamente era o paraíso. Depois ele começou a explorar de cima para baixo, da esquerda para a direita, circulava meu clitóris. Foi então que comecei a sentir o aumento da minha pulsação e dos meus batimentos cardíacos, involuntariamente contrai meu sexo e todos os músculos do meu corpo, senti um arrepio inexplicável no meu corpo um tremor diferente de todos que já havia sentido na minha barriga, o suor escorrendo pela minha nuca e uma sensação de entrega me dominando. Comecei a puxar seus cabelos para afastá-lo dali, mas ele segurou com força meus pulsos ao lado do meu corpo, Edward continuava a estimular meu clitóris, quando senti um liquido quente escorrer da minha entrada, ele o chupou se deliciando daquele liquido, seus olhos verdes brilhavam de excitação.

– Bella, você é deliciosa. – ele me disse isso enquanto fechava os olhos e passava sua língua pelos dentes, me fazendo corar.

Observei seu membro que ainda estava coberto por uma boxer preta pedindo passagem. Decidi conceder aquele pequeno desejo a ele, me ajoelhei na cama e passei meus dedos pelo cós daquela boxer, comecei a descê-la serenamente, Edward tremeu ao meu toque mas não me impediu, e pela primeira vez encarei aquele membro próximo a mim, era maior do que me lembrava, minhas memórias não faziam jus aquilo, os peguei com minhas mãos cuidadosamente fazendo Edward arfar, passei meus dedos cuidadosamente por toda aquela extensão resolvi então dar um beijo na sua ponta, que o fez seu dono tremer todo, sorri com essa reação dele, e o segurei com toda a minha mão como se fosse pegar uma garrafa d’água, foi então que a mão de Edward segurou a minha me fazendo subir e descer, notei que ele queria que eu o estimulasse, então continuei o movimento, mesmo depois dele ter afastado sua mão. Fazia rápido, e depois ia mais devagar, rápido, devagar, ele bagunçava meus cabelos, jogava aquela cabeça para trás e gemia de prazer, quando eu ia iniciar mais uma seqüência lenta, ele puxou as minhas coxas me desvinculando do seu membro e vindo me beijar. Foi um beijo de tesão, de prazer, um beijo que desejava estar dentro de mim, foi então que o abracei com minhas pernas, quando ele me colocava na cama.

– Bella, relaxa, e sinta o prazer. – ele me disse no meu ouvido. Senti ele se afastar para colocar o preservativo (n/a: galera, sexo consciente!!!), ouvi o barulho do látex, e quando ele retornou colocou minhas pernas ao seu redor, suas mãos deslizaram pelo meu corpo, apertando suavemente meus seios, desceu pela minha barriga cautelosamente, estimulou meu clitóris, quando o senti entrando de mim, toda a largura e comprimento que pareciam me rasgar, aquele membro enrijecido dentro de mim, me fez respirar com dificuldade, quando o senti todo dentro de mim, ele ficou parado para que me acostumasse com aquilo. – esta te machucando? – ele me perguntou sedutoramente.

– Não. – e realmente o incomodo inicial havia passado. Começou então lentamente a entrar e sair de mim, gemi na primeira vez, o estimulando a continuar, ele foi aumentando a intensidade, e a diminuindo, repetiu esse processo varias vezes, foi então que ele começou a rebolar em cima de mim, e eu segui seu exemplo e comecei a rebolar embaixo, aqueles movimentos circulares me excitavam mais e mais, e pelos espasmos dele, também o excitava mais. Comecei a puxar devagar seus cabelos, o fazendo tremer de prazer, trouxe ele para mim para um beijo, onde minha língua dançou junto a sua uma valsa inesquecível, enquanto ele foi se afastando comecei a mordiscar seu pescoço, o fazendo gemer mais e alto, sorri com aquilo, mas continuei a morder seu pescoço. Ele aumentou o ritmo, entrando e saindo de mim com mais força, eu arranhava suas costas e gemia de prazer, ele me olhou nos olhos, e notei todo o desejo, o prazer e a luxúria que o tomava, foi então que seus batimentos cardíacos acima de mim aceleraram, começou a surgir tremores pelo seu corpo, o suor escorria pelo seu rosto, e senti ele se liberando dentro de mim ele havia chego ao seu ápice.

Ele deitou e cima de mim, respirando com dificuldade, mas não saiu de dentro de mim, me deu mais um beijo ardente, daqueles de fazer perder o fôlego, e começou a sair lentamente, tentei protestar, mas ele pegou meus lábios novamente e os beijou com força, urgência, desespero e prazer, ele tanto quanto eu não queria acabar com aquele ato. Foi então que ouvi um novo som de látex, e um segundo depois ele estava me penetrando pela segunda vez naquele dia dessa vez não ouve nenhuma sensação de incomodo, só o prazer crescente e pulsante, quando arquei minhas costas ele passou seus braços envolta de mim, me trazendo junto a si.

– Bella, você tem certeza nunca havia feito isso antes? – ele me perguntou ainda com sua respiração ofegante.

– Só em sonho, e com você! – eu disse mordendo o lóbulo da sua orelha.

– Não parece! – ele disse se esquivando da minha mordida. – A senhorita será só minha, só eu irei a sentir. – ele afirmou com um tom de posse, mas resolvi não contestá-lo no momento, pelo menos, por que também só queria ele para o resto da minha humilde existência.

Ele nos girou, sem quebrar a penetração e nem o beijo, me fazendo ficar em cima dele. Ele agarrou as minhas coxas com suas mãos e começou um vai e vem, senti que essa posição me dava mais prazer, então aumentei o movimento de vai e vem, o fazendo gemer, depois de algum tempo suas mãos foram para a minha cintura, me fazendo pular em cima dele, sentia o prazer crescente nos dominando, ele passou a rebolar enquanto me fazia a continuar a pular em cima de mim, foi então que ele soltou suas mãos de mim, e pegou o travesseiro e começou a morde-lo, notei o prazer emergente dele ao morder aquele objeto decidi rebolar, o que o levou a loucura, sentia sua respiração difícil, seus olhos não se abriam, e ele mordia o travesseiro como um animal, despedaçando sua presa. Aquela sua atitude que estava me dando mais tesão, minha excitação em vê-lo como um animal, fazia meu corpo exalar prazer, então senti ele estremecer embaixo a sim, e quando ele estremeceu, estremeci junto, contrai meus músculos, deixando o meu sexo que estava com aquele membro mais apertado, uma corrente elétrica me invadiu e passava por nossos corpos, pensei que um raio havia passado por ai, senti o arrepio no meu corpo e pela segunda vez essa noite chegava ao orgasmo, mas desta vez foi junto com Edward. Me deitei exausta sobre o seu corpo, e ele que estava respirando com dificuldade começou a fazer cafuné nos meus cabelos, ele me tirou pacientemente de cima dele, e me colocou ao seu lado na cama, me abraçando.

– Edward… isso… foi… – tentei dizer.

Incomparável? – ele me perguntou sorrindo.

– Mais que isso! – consegui dizer.

– Então creio que foi o mesmo que comigo. – ele disse enquanto me abraçava com mais força e me beijava calmamente. Respirei fundo e sorri para ele, pois eu sentia aquele cheiro de prazer que estava na sua pele, misturado com o meu cheiro, e aquele cheiro era sem duvida o melhor de todo mundo. Ele me abraçou novamente, roçando seus lábios nos meus. – Agora durma meu anjo. – ele me disse de olhos fechados. Toquei suavemente seu rosto, fechei meus olhos e cai na inconsciência.

No meu sonho consegui lembrar de todos os momentos que havia passado, a sensação prazerosa do ecstasy, a liberdade que senti com Edward, as coisas maravilhosas que ele me disse, cada espasmo do sexo oral que ele havia me proporcionado, o nosso sexo que havia sido melhor que qualquer imagem que eu tivesse visto em um filme pornô, e mais incrível ainda que qualquer sonho que já havia tido com ele. Lembrar dele gozar comigo no sonho me fez estremecer com a lembrança. Aquela sem duvida nenhuma havia sido a melhor noite da minha vida.

Depois do que me pareceu dias de sono, comecei a sentir algo quente nas minhas costas ao fundo escutava o som de água em algum lugar próximo, então comecei a abrir meu olhos lentamente e vi que me encontrava em meio a lençóis de linho branco, abri alertamente meus olhos a procura de Edward, mas ele não estava na cama, lancei um olhar pelo quarto e ele também não estava ali. Me espreguicei naquela cama ainda a procura do homem que havia me levado ali, mas nada, coloquei minha calcinha, mas um tontura me tomou, me fazendo deitar novamente, estava quase caindo no sono, novamente, quando a porta do quarto se abriu. Por ela entrou um Edward sem camisa, vestindo somente uma bermuda de praia azul, se era possível, ainda mais belo.

– A bela adormecida, resolveu acordar? – ele disse brincando e avançando para me beijar.

– Por quê? Que horas são? – perguntei confusa.

– Quase duas da tarde. – ele respondeu dando os ombros.

– O que? Como você me deixou dormir por tanto tempo? – disse meio nervosa.

– Porque você estava linda dormindo, e Alice me fez prometer não te acordar.

– Ela… er… me viu aqui? – perguntei corando um pouco.

– Claro Bella, ela que me acordou hoje de manhã para saber se eu tinha te trazido segura para casa. – ele falou me lançando aquele sorriso torto para mim. – Então ela notou que eu te trouxe muito mais que segura para casa – ele riu maliciosamente, me fazendo corar mais.

– Mas e seus pais? – perguntei com vergonha.

– Minha mãe está em Los Angeles, entregando uma casa para alguma celebridade, chega agora a noite em casa. E meu pai foi a New York, buscar uns documentos. Então fica tranqüila por que os “donos” da casa não te viram nos meus lençóis – ele ampliou aquele seu sorriso de cafajeste. – ainda. – ele me fez corar ainda mais se era possível, como é que ele conseguia isso.

– Cadê os outros? – perguntei meio distraída.

– Na piscina. Então por que você não toma um banho, coloca esse – ele ergueu uma minúscula peça azul em suas mãos. – er… biquíni, e venha nos fazer companhia.

– É pode ser. – então me levantei da cama, sem consciência que ainda estava parcialmente nua, e peguei aquele minúsculo biquíni de suas mãos, quando estava caminhando para o banheiro, ele me pegou e me jogou novamente na cama me beijando ferozmente, apertando os meus seios nus.

– Você quer ajuda? – ele perguntou sensualmente.

– Humm… algo me diz que se eu aceitar a Alice vai vir aqui em cima nos buscar a força. – eu disse rindo a ele.

– Putz… é verdade, esqueci da inconveniência que só minha irmã pode ser. – ele respondeu a contragosto, e me soltando de seu abraço. Adentrei naquele banheiro majestoso, por que os detalhes em mármore preto e a louça branca o deixava mais requintado ainda. Tomei um banho revigorante, e notei que a minha nescesserie estava ali, dei graça a Deus, escovei meus dentes e penteei meus cabelos, e fui colocar o minúsculo biquíni que Alice havia me arrumado. Aquele pedacinho de tecido, era ainda menor no meu corpo, havia dois triângulos que cobriam meus seios, e suas cordas se amarravam no meu pescoço e nas minhas costas, a parte de baixo por sua vez cobria estrategicamente somente meu sexo, e a parte de trás somente um terço da minha bunda, corei ao me ver assim, mas antes que eu desistisse sai daquele banheiro.

Edward me esperava deitado no divã preto que havia em seu quarto, e quando sai do banheiro arregalou seus olhos.

– Bella, assim você me deixa louco! – ele disse avançando para mim.

– É obra da sua irmã. – eu disse entre os dentes.

Salve Alice então. – ele disse rindo e me beijando com urgência. Porem resolvi interromper esse beijo antes que eu decidisse não sair daquele quarto novamente, ele me deu uma saia branca curtíssima, que a vesti. Ele estendeu a mão para mim e eu a segurei prontamente, e fui caminhando com ele para fora do quarto para curtir um dia de sol na humilde residência dos Cullen.

___________________________________________________________

¹ região entre a vagina e o ânus, que dá a mulher o maior prazer.

—–

Geeente! Que Capítulo! kkk

Gostaram? Comentem!

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7 responses

9 11 2010
bellshair

caramba.. esse capitulo foi d +++..adorei

9 11 2010
Danielly

6666666666666666666666666666′

9 11 2010
Bella

Nem acredito que consegui terminar de ler!!!!
Muuuuito bom!

9 11 2010
Maah campelo

Esse Cap Foi Perfeito.To amandoo *-*

9 11 2010
Dani

aiiii é tipo assim liiindo bjãão pra tds ai

11 11 2010
Karlla cullen williams

OohoOH q cap looooucoO.

12 11 2010
karla

pensei que não ia terminar de ler mais foi espetacular esse capitulo.

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